Estudo clínico comprovou a eficácia do Biomagnetismo Médico
- Jorge Nishimura
- 19 de jul. de 2025
- 3 min de leitura

Em maio de 2009, foi realizado na cidade de Marbella, Espanha, um estudo clínico que demonstrou resultados significativos da terapia de Biomagnetismo, desenvolvida pelo Dr. Isaac Goiz Durán. O experimento foi conduzido na clínica do Dr. Raymond Hilu, especialista em hematologia celular, e contou com a participação de aproximadamente 200 pacientes de diversas nacionalidades e com diferentes condições de saúde.
Objetivo do estudo

O intuito era avaliar, de forma clínica e visual, a efetividade do Biomagnetismo no diagnóstico e tratamento de doenças. Para isso, foram realizadas coletas de sangue dos pacientes antes e depois das sessões terapêuticas com ímãs, e os exames foram analisados com microscopia de aumento de até 60.000 vezes, capaz de identificar bactérias, fungos e parasitas em nível celular.
Critérios do estudo
Apenas 129 pacientes apresentaram exames laboratoriais prévios válidos e foram incluídos na análise final.
A observação foi conduzida por médicos e terapeutas de diversos países, como Itália, Inglaterra, Estados Unidos, Alemanha, França, Suécia, Finlândia e Índia.
Todos os observadores atuaram como profissionais imparciais, sem vínculo direto com a prática.
Resultados clínicos

Dos 129 pacientes analisados:
Curados: 86 (66%)
Apresentaram melhora significativa: 38 (30%)
Sem melhora, mas também sem piora: 5 (4%)
Ou seja, 96% dos pacientes apresentaram cura ou melhora do quadro clínico.
Doenças com resultados positivos
Entre os 86 pacientes considerados totalmente curados, destacam-se os seguintes diagnósticos:
Câncer: mama (6), cólon (1), próstata (1), pulmão (1), bexiga (1), melanoma (1), leucemia (1)
Doenças virais: Hepatite C (2), HIV (3), HPV (3), Herpes Zoster (2)
Doenças autoimunes: lúpus, síndrome de Menière, artrite (vários casos)
Distúrbios neurológicos: epilepsia (6), transtorno bipolar (1), déficit de atenção (1), autismo (1 caso suposto)
Doenças metabólicas: diabetes (1), colesterol alto (2), fadiga crônica (8)
Infecções e inflamações: candidíase, cistite, dermatite, úlcera péptica
Outros: fibromialgia, lumbalgia, miomas, quistos mamários, anemia, asma, imunodeficiência, mucosidade.
Análise do sangue: antes e depois
Um dos pontos que mais chamou a atenção dos observadores foi a transformação no sangue dos pacientes após a aplicação do Biomagnetismo:
Antes do tratamento: sangue com alta carga de micro-organismos, glóbulos vermelhos agrupados e baixa mobilidade, neutrófilos inativos.

Após o tratamento: sangue limpo, glóbulos vermelhos individualizados e ativos, neutrófilos reativados, e ausência de acidez sanguínea em todos os pacientes.

O Dr. Hilu, responsável pelas análises, afirmou que os resultados observados seriam difíceis de obter mesmo com o uso de múltiplos medicamentos e meses de tratamento tradicional.
Validação cruzada dos diagnósticos
Em mais de 80% dos casos, os micro-organismos identificados pelo Dr. Goiz com o método de testagem cinesiológica foram também confirmados microscopicamente pelo Dr. Hilu, utilizando métodos laboratoriais convencionais.

Considerações finais
Os dados observados neste estudo fornecem evidências concretas da eficácia do Biomagnetismo Médico em uma ampla variedade de patologias. No entanto, apesar dos resultados clínicos positivos, a técnica ainda enfrenta resistência por parte das instituições oficiais de saúde, principalmente devido à ausência de patentes e ao baixo custo do tratamento, o que representa uma ameaça direta ao modelo tradicional da indústria farmacêutica.
Inclusive, o Prêmio Nobel britânico Sir Richard J. Roberts já denunciou que muitos avanços científicos são boicotados por interesses financeiros. Segundo ele, medicamentos que curam não são lucrativos, e, por isso, não são prioridade para o desenvolvimento farmacêutico, que favorece tratamentos crônicos e contínuos.
Vídeo com o estudo: https://youtu.be/h2nTL8za-4E
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